segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Burnout avança entre profissionais da saúde: quais sinais indicam que o trabalhador chegou ao limite?

Especialista alerta para os sinais de burnout e os riscos psicossociais no trabalho



Pressão constante, jornadas intensas, contato diário com situações de sofrimento e a responsabilidade de cuidar da vida de outras pessoas fazem parte da rotina de milhares de profissionais da saúde. Quando esse cenário se prolonga e o trabalhador não encontra condições adequadas de descanso, suporte e recuperação, o desgaste pode ultrapassar o cansaço cotidiano e evoluir para um quadro de burnout.

Mas como identificar que o profissional chegou ao limite?

Exaustão persistente, irritabilidade, dificuldade de concentração, alterações no sono, perda de motivação e distanciamento emocional podem estar entre os sinais de alerta. Para o enfermeiro e doutor em Sociedade, Tecnologias e Políticas Públicas Wbiratan de Lima Souza, a discussão sobre burnout precisa considerar tanto a saúde do trabalhador quanto as condições em que o trabalho é realizado.

“Quem cuida de todo mundo também precisa ser cuidado. O profissional da saúde não deixa de ser humano quando veste o uniforme ou coloca o crachá. Ele também está sujeito ao cansaço, à ansiedade, ao estresse e ao sofrimento. Por isso, precisamos estar atentos aos sinais de esgotamento e também às condições de trabalho que podem favorecer esse adoecimento”, afirma Wbiratan.

A discussão ganha ainda mais relevância diante da atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que estabelece diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho e regulamenta o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). A norma passou a contemplar expressamente os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, ampliando a atenção sobre aspectos da organização e das condições laborais que podem contribuir para o adoecimento dos trabalhadores.

Segundo Wbiratan, a mudança reforça que a saúde mental também deve fazer parte das estratégias de prevenção dentro dos ambientes profissionais.

“Saúde mental não pode ser tratada apenas como uma responsabilidade individual. Se existe uma organização do trabalho que favorece o adoecimento, é preciso identificar esse risco, compreender suas causas e construir medidas de prevenção. O trabalhador precisa ser ouvido, mas a organização também precisa olhar para as condições que estão produzindo aquele desgaste”, explica.

Na área da saúde, o debate ganha uma dimensão ainda maior. Enfermeiros, técnicos de enfermagem, médicos e outros profissionais convivem diariamente com situações de emergência, sofrimento humano, perdas, pressão e decisões que podem ter consequências importantes para os pacientes.


“Não basta perguntar por que determinado profissional está esgotado. Também precisamos perguntar o que está acontecendo naquele ambiente de trabalho para que ele esteja chegando ao limite. Prevenção significa identificar os fatores de risco antes que o sofrimento se transforme em afastamento, comprometimento da qualidade de vida ou até abandono da profissão”, destaca.

Outro ponto importante é diferenciar o estresse comum de um processo de esgotamento que exige atenção. O burnout está relacionado ao contexto de trabalho e pode apresentar manifestações físicas, emocionais e comportamentais que interferem na vida profissional e pessoal.

“O cansaço depois de uma jornada intensa pode acontecer, mas quando a pessoa não consegue mais se recuperar, perde a motivação, começa a apresentar alterações emocionais e percebe que sua capacidade de trabalhar e de se relacionar está sendo afetada, é preciso olhar para essa situação com seriedade e buscar ajuda”, afirma Wbiratan.

A atualização da NR-1 também coloca em evidência o papel das instituições na prevenção dos riscos psicossociais. A proposta não é apenas identificar trabalhadores que já estejam adoecidos, mas observar fatores relacionados à organização e às condições de trabalho que possam contribuir para o problema.

Para Wbiratan, cuidar da saúde dos profissionais também representa uma forma de proteger a qualidade da assistência oferecida à população.

“Quando cuidamos de quem cuida, também estamos cuidando do paciente. Um profissional que trabalha em condições adequadas, que tem espaço para descanso, apoio e segurança para exercer sua função está mais preparado para oferecer uma assistência de qualidade. Saúde do trabalhador e qualidade do atendimento são questões que caminham juntas”, ressalta.

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Natal-RN sanciona lei de visita estendida para profissionais da enfermagem.

Como vai funcionar o direito à visita estendida para profissionais de enfermagem.



Como vai funcionar o direito à visita estendida para profissionais de enfermagem.

A Prefeitura de Natal sancionou uma legislação que autoriza os profissionais de enfermagem a visitar familiares internados fora dos horários regulares fixados pelas unidades de saúde.

Publicada no Diário Oficial do Município na última quinta-feira (10), a medida tem aplicação imediata e estabelece um novo padrão de acolhimento para a categoria, contemplando os hospitais e clínicas das redes pública e privada da capital potiguar.


Acesso garantido ao quadro clínico do paciente


Além da flexibilização do horário de entrada, a nova regra assegura um direito técnico importante: durante a visita excepcional, o profissional poderá solicitar e ter acesso imediato às informações clínicas do familiar internado.

A prerrogativa facilita a compreensão do tratamento médico em curso, permitindo que a família tenha um acompanhamento mais preciso da evolução do paciente por meio do olhar de um especialista da área.




Limites da flexibilização nas unidades de saúde


O benefício concedido à categoria, no entanto, não anula os protocolos internos de segurança dos hospitais de Natal.

O texto legal estabelece que a presença do visitante fora da janela geral deve respeitar rigorosamente as normas de funcionamento do estabelecimento de saúde.

A medida visa garantir que a entrada excepcional não interfira no andamento de procedimentos de emergência, troca de plantões ou horários de repouso na Saúde Pública.



Abrangência do novo benefício na capital



A obrigatoriedade da regra engloba todo o sistema de saúde do município. Hospitais filantrópicos, clínicas particulares, Unidades de Pronto Atendimento e hospitais da Gestão Municipal ou estadual sediados em Natal precisam adequar suas portarias.

A legislação reconhece a dinâmica exaustiva da profissão, cujas escalas e plantões frequentemente coincidem com os horários comerciais estritos de visitação estabelecidos pela maioria das unidades.

  Mudanças na política de entrada costumam enfrentar barreiras iniciais em hospitais privados. 


Desafios na efetivação do direito nas portarias


Para que a lei funcione na prática, será necessária uma comunicação eficiente entre as administrações hospitalares e as equipes de recepção. Mudanças na política de entrada costumam enfrentar barreiras iniciais em hospitais privados, exigindo que o visitante tenha sempre em mãos seu documento de registro de classe (Coren) e a comprovação do vínculo familiar. A fiscalização caberá aos próprios usuários e aos órgãos de controle da categoria.


Impacto humanitário para a Linha de Frente


Ao garantir que técnicos e enfermeiros consigam visitar e monitorar seus parentes, o município promove a humanização do tratamento direcionado à própria força de trabalho da saúde.
Com o domínio técnico sobre jargões e protocolos, esses visitantes conseguem oferecer um suporte emocional mais qualificado ao paciente, além de colaborar de maneira assertiva com a equipe médica escalada para o acompanhamento diário.

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Enfermeira temporária ganha na Justiça direito a FGTS após contratos seguidos em MT




O Estado de Mato Grosso foi condenado a pagar o FGTS a uma enfermeira contratada como temporária que trabalhou por mais de 5 anos no Hospital Regional de Sorriso (397 km de Cuiabá). A decisão é do Juizado Especial da Fazenda Pública do Município, que reconheceu que houve sucessivas renovações de contrato e que o vínculo, na prática, funcionou como se fosse efetivo.

A ação foi movida por uma enfermeira que trabalhou como técnica assistencial na Secretaria de Estado de Saúde entre janeiro de 2020 e setembro de 2025, com contratos temporários renovados um atrás do outro, mas nunca teve FGTS depositado. Ela pediu na Justiça o pagamento de todo o período.

O Estado se defendeu dizendo que a contratação temporária é legal e que não teria obrigação de pagar FGTS.

O juiz Lener Leopoldo da Silva Coelho, que homologou a sentença, não aceitou. Para ele, ficou entendido que mesmo o contrato temporário gera direito ao FGTS quando há prorrogações sucessivas, para evitar enriquecimento ilícito da Administração. O entendimento segue o que já decidiu o Supremo Tribunal Federal e o Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

A Justiça também aplicou a prescrição de 5 anos. Como a ação foi ajuizada em 29 de setembro de 2025, só serão pagos os valores a partir de 29 de setembro de 2020. O período anterior está prescrito.

Com isso, o Estado foi condenado a pagar o FGTS referente aos meses trabalhados de janeiro de 2020 a setembro de 2025, respeitada a prescrição e descontando valores que eventualmente já tenham sido pagos. O valor será corrigido pelo IPCA-E e juros da poupança até novembro de 2021 e, depois disso, apenas pela taxa Selic.

A decisão ainda declara nulo o vínculo temporário contínuo e determina que na fase de execução a enfermeira apresente o cálculo do que tem a receber.

"Ante o exposto, nos termos do artigo 487, I, do Código de Processo Civil, opino pela procedência dos pedidos feitos na inicial, para declarar nulo o vínculo entre as partes do período de janeiro/2020 a setembro/2025, (Tema 916 do STF), consequentemente, condenar o requerido ao pagamento do valor afeto ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS, referente aos meses trabalhados entre janeiro/2020 a setembro/2025", diz trecho da decisão.

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domingo, 13 de setembro de 2026

Seis meses após diagnóstico, enfermeira morre com a mesma doença de Lito Sousa, do canal Aviões e Músicas

Érika Fernandes Viana recebeu o diagnóstico da doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) em março deste ano.
Enfermeira atuava em postos de saúde de Goiás; doença também atinge o influenciador.


Uma enfermeira de Goiânia, capital de Goiás, morreu na última sexta-feira (11) seis meses após ser diagnosticada com a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), a mesma que acometeu o influenciador Lito Sousa, do canal Aviões e Músicas. Érika Fernandes Viana, de 51 anos, teve os primeiros sintomas em dezembro do ano passado e, com o passar do tempo, perdeu os movimentos até ficar sem andar. O diagnóstico ocorreu em março de 2026.
Segundo Elizabeth Nunes, amiga da enfermeira, Érika atuava em Senador Canedo. Também era técnica de enfermagem na UPA Novo Mundo, na capital goiana. A amiga contou que os primeiros sintomas surgiram no fim de 2025, com episódios de tontura. Inclusive, a suspeita inicial era que fosse labirintite, porém o quadro motor da enfermeira piorou muito rápido.


“A gente foi acompanhando porque ela foi perdendo os movimentos e começou a andar com andador. Foi ao médico, ao otorrino, porque começou com tontura e pensamos que era labirintite. […] Depois de um mês de internação, veio o diagnóstico da doença”, explica Elizabeth.


A amiga complementou, ainda em entrevista ao g1, a rapidez com que a doença priônica, que afeta o sistema nervoso central, comprometeu as capacidades motoras de Érika:


“Ela foi perdendo os movimentos das pernas, dos braços, foi perdendo tudo. A doença atinge o cérebro, o sistema nervoso, e o cérebro vira como se fosse uma esponja, perdendo todas as funções”.
Com o avanço rápido da doença, a família da enfermeira ficou profundamente abalada. A mãe dela e os demais parentes, por exemplo, enfrentaram momentos de extrema tristeza. Além disso, a rapidez da doença diminuiu drasticamente o tempo de convivência, como conta Elizabeth:


“Ninguém esperava por isso. Ela era alguém que transmitia muita alegria para todos nós, então a dor é imensa. […] É uma doença que não tem tratamento nem cura, com sobrevida estimada de seis meses a um ano. De dezembro até a partida foram cerca de nove meses; em março ela já começava a paralisar. É muito triste, ficamos sem chão”.


Pessoa feliz e de coração aberto”


Ainda conforme a amiga, Érica era uma pessoa de ótimo humor, sempre disposta e alegre.
“Ela era uma pessoa feliz e de coração aberto. Não tinha tempo ruim para ela, topava tudo a qualquer hora. Trabalhava em dois empregos: como enfermeira em Senador Canedo e como técnica de enfermagem no Cais dos Municípios. Estava sempre rindo, brincando e ajudando todo mundo”, relembra Elizabeth.

Por fim, a amiga destaca o atendimento humanizado que Érica mantinha nos lugares em que atuava em Goiás:


“Ela se esforçava para resolver as necessidades de cada paciente, cuidava muito bem das pessoas e mantinha uma ótima relação com a equipe de trabalho. Não havia quem não gostasse dela. Vai fazer muita falta”.


Lito também foi diagnosticado com Creutzfeldt-Jakob, doença rara e sem cura


Criador do canal Aviões e Músicas foi diagnosticado com a Doença de Creutzfeldt-Jakob.



Os primeiros indícios da doença surgiram durante a elaboração de conteúdos para o canal Aviões e Músicas, quando Lito notou perda súbita de coordenação motora e dormência no braço e na mão esquerdos. Com o agravamento dos sintomas neurológicos no decorrer de uma viagem ao exterior, ao voltar ao Brasil ele buscou atendimento no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, dando início a uma extensa bateria de exames laboratoriais e de imagem.

A confirmação da doença neurológica ocorreu de forma concomitante ao tratamento de um câncer de próstata, descoberto anteriormente em exames preventivos de rotina e tratado em uma cirúrgica de prostatectomia. Segundo o relato, o avanço acelerado da condição neurodegenerativa tem provocado impactos na mobilidade e na visão do paciente, mobilizando familiares, amigos e seguidores em campanhas virtuais por uma alternativa terapêutica.



Condição é tão rara que dificulta os estudos clínicos sobre o caso

A raridade da Doença de Creutzfeldt-Jakob é um dos fatores que dificultam os estudos para encontrar tratamentos. Segundo o Paulo Victor Machado, médico neurologista assistente do Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen e professor titular de Neurologia da Univali, a evolução acelerada também pesa nesse cenário, já que os danos ao sistema nervoso podem estar avançados antes mesmo de a doença ser identificada.


A grande questão é que a doença evolui de forma tão acelerada que muitas vezes o dano neuronal já foi estabelecido antes mesmo do diagnóstico.

A doença é provocada por uma proteína chamada príon, que desencadeia um processo de neurodegeneração e morte acelerada dos neurônios. Conforme o doutor Paulo, um dos principais sinais de alerta costuma ser um declínio cognitivo de rápida evolução, muito mais acelerado do que em outras demências, além de sintomas motores, como por exemplo, as contrações musculares involuntárias e semelhantes a um “susto”.

O diagnóstico definitivo pode ser realizado por meio de biópsia cerebral, mas o procedimento é invasivo e geralmente evitado. Atualmente, uma das principais formas de investigação é a análise do líquido extraído da medula espinhal, que pode detectar a presença do príon por meio de uma exame. Além disso, ressonância magnética e eletroencefalograma também podem apresentar alterações que ajudam na investigação.

Com a progressão da doença, o paciente pode perder diferentes funções corporais “O declínio cognitivo é marcante, com evidência de déficits em diversas áreas da cognição, incluindo memória, habilidades visuoespaciais, linguagem, capacidade de leitura e cálculo, além de manifestações motoras. Os pacientes tendem à evoluir com perda de mobilidade e dificuldade para deglutição, eventualmente com necessidade de uma via alternativa para alimentação”, explica o médico neurologista.
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Curitiba pode ter botão de emergência para profissionais da saúde em situações de ameaça ou agressão.

Profissionais de saúde de Curitiba poderão contar com botões de emergência em hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Unidades Básicas de Saúde

Profissionais de saúde de Curitiba poderão contar com botões de emergência em hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Unidades Básicas de Saúde (UBSs) para pedir ajuda em situações de ameaça ou agressão durante o trabalho.
A proposta está em análise na Câmara Municipal de Curitiba e prevê a instalação dos dispositivos em salas onde médicos, enfermeiros e outros profissionais realizam atendimentos sozinhos, além das recepções das unidades.
O objetivo é permitir que, diante de uma situação de risco, o trabalhador consiga acionar rapidamente a administração do local, a Guarda Municipal, a Polícia Militar ou outro órgão responsável pela segurança.

O que prevê o projeto

Se a proposta for aprovada, o sistema deverá funcionar da seguinte forma:

- instalação de botões físicos ou eletrônicos, fixos ou portáteis;
- uso de dispositivos simples, discretos e de fácil acionamento;
- instalação principalmente em salas de atendimento individual e recepções;
- identificação da unidade e da sala onde o alerta foi acionado;
- comunicação com a administração da unidade, Guarda Municipal, Polícia Militar ou outro órgão competente;
- registro de cada acionamento;
- criação de um protocolo de resposta para situações de emergência;
- treinamento periódico dos profissionais;
- manutenção dos equipamentos para garantir o funcionamento contínuo;
- instalação de placas informando sobre o sistema e reforçando o respeito aos profissionais de saúde.


Paraná foi o segundo estado com mais registros contra médicos

A proposta aparece em meio a números que mostram a dimensão da violência contra profissionais de saúde.
Dados do Conselho Federal de Medicina apontam que, em 2024, o Paraná foi o segundo estado brasileiro com maior número de registros envolvendo agressões contra médicos.
Ao todo, foram considerados 767 boletins de ocorrência, com relatos de ameaça, assédio, lesão corporal, injúria, difamação e outros crimes.
Outro levantamento, feito em 2015 pelo Conselho Federal de Enfermagem em parceria com a Fiocruz, mostrou que 70% dos profissionais de enfermagem pesquisados no país não se sentiam seguros no ambiente de trabalho.


Hospitais particulares também seriam incluídos

O projeto não ficaria restrito à rede pública. Hospitais particulares de Curitiba também teriam que instalar os dispositivos caso a proposta seja aprovada e sancionada.
Segundo o texto, as unidades teriam prazo de até um ano para se adaptar.
Na justificativa do projeto, o vereador Professor Euler (MDB), autor da proposta, afirma que o custo para implantação dos equipamentos seria menor do que os impactos provocados por afastamentos decorrentes de agressões físicas ou psicológicas.

“A medida representa investimento relativamente baixo quando comparado ao benefício que proporcionará à proteção da vida, da integridade física e da saúde mental dos profissionais”, afirma.

A proposta foi protocolada em 19 de agosto e ainda precisa passar pelas comissões da Câmara Municipal antes de ser levada ao plenário. Se aprovada pelos vereadores e sancionada pelo prefeito, passa a valer após a publicação oficial.

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sábado, 12 de setembro de 2026

SEG abre vaga para Professor de Enfermagem em Pelotas; veja como participar

Oportunidade é destinada a enfermeiros com licenciatura ou formação pedagógica; mestrado ou pós-graduação em docência podem ser diferenciais na seleção.



O SEG – Sistema de Ensino Gaúcho está com oportunidade de trabalho aberta em Pelotas, no Rio Grande do Sul, para profissionais interessados em atuar como Professor(a) de Enfermagem. A seleção busca enfermeiro ou enfermeira com formação compatível para integrar a equipe da instituição.

De acordo com a divulgação da vaga, o candidato deve ser enfermeiro(a) licenciado(a) ou possuir formação pedagógica. A instituição também informa que ter mestrado ou pós-graduação na área de docência será considerado um diferencial no processo seletivo.


Outro requisito destacado é a disponibilidade de horário, condição importante para quem pretende concorrer à oportunidade. A divulgação não informa salário, carga horária, prazo final para envio dos currículos ou detalhes sobre as etapas da seleção.

Como enviar o currículo

Os profissionais interessados na vaga de Professor(a) de Enfermagem em Pelotas devem encaminhar o currículo para o e-mail bruna.kuhn@estudeseg.com.br.

O SEG possui uma unidade em Pelotas localizada na Rua Santos Dumont, 329, no Centro, onde são oferecidos, entre outros, cursos técnicos de Administração, Segurança do Trabalho e Enfermagem.

A instituição mantém o Curso Técnico em Enfermagem entre suas formações e possui atuação na área de educação profissional no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.
Oportunidade para profissionais da área da saúde

A abertura da vaga representa uma possibilidade para enfermeiros que desejam ampliar sua atuação profissional para a área da educação, especialmente aqueles que já possuem formação complementar voltada à docência.

Para quem pretende se candidatar, a recomendação é conferir atentamente os requisitos indicados na divulgação e enviar um currículo atualizado, destacando formação acadêmica, experiência profissional, qualificações na área de ensino e disponibilidade de horários.

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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Transpetro publica processos seletivos para Enfermegem e diversos cargos com remunerações mínimas que chegam a R$ 15.034,81.

 Os salários básicos vão de R$ 2.074,66 a R$ 6.012,10, com garantia de remuneração mínima de R$ 5.464,00 a R$ 15.034,81.


As inscrições estarão abertas de 12 de agosto de 2026 a 14 de setembro de 2026, até às 23h59, pelo site da Fundação Cesgranrio. As taxas de inscrição vão de R$ 81,50 a R$ 117,00. 

A seleção será composta por prova objetiva de conhecimentos gerais e específicos para todos os cargos, nas cidades listadas em edital. Para cargos marítimos, haverá também exame de aptidão física (prova de corrida e natação). Para cargos jurídicos, há etapa discursiva. 

A admissão será feita em regime CLT, com contratação experimental por 90 dias, prorrogável, com efetivação conforme o desempenho.

O prazo de validade dos  processos seletivos e concursos é de 18 meses, prorrogável uma única vez pelo mesmo período, a critério da  Transpetro.

Segundo os editais, as oportunidades são para os cargos de:

Processo Seletivo Público - Marítimo (Edital 01/2026.1)

  • Auxiliar de Saúde (Enfermagem)
  • Condutor Bombeador
  • Condutor Mecânico
  • Cozinheiro
  • Eletricista
  • Moço de Convés
  • Moço de Máquinas
  • Taifeiro

Processo Seletivo Público - Marítimo (Edital 02/2026.2)

  • Segundo Oficial de Máquinas
  • Segundo Oficial de Náutica

Processo Seletivo Público - Terra / Nível Médio (Edital 03/2026.3)

  • Administração e Controle
  • Ambiental
  • Contabilidade
  • Dutos e Terminais
  • Enfermagem do Trabalho
  • Faixa de Dutos
  • Inspeção de Equipamentos e Instalações
  • Manutenção Elétrica, Eletrônica, Instrumentação, Mecânica
  • Monitoramento Logístico
  • Naval
  • Projeto, Construção e Montagem - Edificações, Mecânica
  • Química do Petróleo
  • Segurança
  • Suprimento de Bens e Serviços

Processo Seletivo Público - Terra / Nível Superior (Edital 04/2026.4) 

Editaisde concursos

  • Administração
  • Advocacia
  • Análise Ambiental
  • Análise de Sistemas: Infraestrutura, Processos de Negócios, SAP, Segurança Cibernética
  • Ciência de Dados
  • Comercialização e Logística: Comércio/Suprimentos, Transporte Marítimo
  • Comunicação Social Jornalismo, Relações Públicas (RJ/Sul)
  • Contabilidade
  • Enfermagem do Trabalho
  • Engenharias: Ambiental, Civil, Automação, Inspeção, Produção, Segurança, Segurança do Trabalho, Telecomunicações, Elétrica, Geotécnica, Mecânica, Naval, Química
  • Medicina do Trabalho
  • Nutrição
  • Odontologia
  • Psicologia
  • Química
  • Serviço Social

Mais informações podem ser obtidas nos editais completos.


Links

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